A história que irei contar é ficção baseada na verdade.
Era uma vez, uma garotinha que teve um sonho, e nele ela era um princesa de um lindo castelo, as coisas iam muito bem no seu sonho, ela era muito feliz, e sua vida era perfeita, quando ela acordou, ela creditou em seu castelo, em sua vida perfeita, que saiu com aquele sonho, na espera de torná-lo real, e parecia ser tão real que ela passou a acreditar e viver em contos de fadas.
Levantou da sua cama na procura do vestido mais belo, vestiu se entusiasmada para ver seu magnífico castelo, andando pelos corredores, vendo o luxo das estatuas, pinturas, quadros, portas, todas as coisas pareciam ter sido desenhadas com a maior perfeição e calma, era tudo muito lindo e perfeito, ela estava completamente encantada pelo o que ela olhava, descendo as escadas, ela se encaminhou até a porta, abriu a grande porta, e viu um lindo jardim, a grama era de um verde – mar, havia arvores, flores, um ambiente florestal e bem cuidado, centralizado no meio do grande gramado havia enorme chafariz, encantada com o seu castelo, saiu, para olhar beleza por fora, ela se sentia completamente feliz, a tarde caiu e a noite dominara uma boa parte do dia, então nossa mais nova princesinha voltou para jantar, vendo a grande mesa, farta de comida, mas se sentiu sozinha, sentiu falta de alguém, de uma companhia, perguntou a uma das suas empregadas, o que acontecera com as pessoas que ela conhecia, sua empregada baixou a cabeça e respondeu que não sabia, mas logo avisou que receberia a vista de um príncipe, então, ela esnobou a resposta da empregada e logo pensou em como seria a sua visita com o tal príncipe, vendo que já era tarde se encaminhou para seu quarto se preparou para dormir e foi.
Quando finalmente o sol raiou, trazendo a claridade à janela do seu quarto, a nossa princesa acordou, ansiada para ver o tão esperado príncipe, ela levantou e se arrumou e foi tomar seu café, em seguida sentou-se na varanda em frente ao castelo, ouviu o barulho do portão, e de longe avistou um belo rapaz, andou ao encontro dele elegantemente, estendeu ao mãe e ele beijou –a como um comprimento, encantada com a beleza, levou um fração de tempo para responder seu comprimento, então caminhando pelo jardim, conversando, ele arisca um beijo, e no primeiro momento ela pensou, ‘ é ele’ a tarde passou em um incrível romance, ele falo que a amava desde o primeiro momento, (na maioria das vezes amor no primeiro momento é raro, mas foi o que ela sentiu, e diz ele que sentia o mesmo), ele parecia tão encantador, dizia coisas lindas, e ela tão meiga, tímida, perfeitinha, não teria como não se apaixonar, estava feliz por encontrar alguém que fizesse companhia, a tarde passou, ele teve que ir, e prometera que voltaria, deu lhe mais um de seus beijos, e saiu.
Nossa princesinha estava apaixonada, não conseguia tira-lo da cabeça, pensava nele em todo o momento, (por um lado o fato estar apaixonada é bom, até porque não se sente sozinha em seus pensamentos), não tinha tempo pra mais nada ao não ser aquele amor que a dominou assim tão depressa, seu mundo não tinha mais nada que emotiva se a fazer algo ao não ser ele, mas quem é ele na verdade, será que esta só brincando comigo, (a gente sempre pensa nisso, quando ta apaixonada, só que no momento que fala, vê ele e dizendo que te ama com o jeito e o olhar mais sincero, você não acha possibilidades para estar brincando), ansiosa para o próximo dia, parecia que as horas não passavam, e ela não conseguia dormir, só imaginando-se com ele (outro fato, a gente sempre imagina como será o amanhã com ele, então aqui esta uma das coisas ruim em estar apaixonada, a agonia de não tira-lo da cabeça, de não poder ficar todo tempo com ele, das horas passarem tão lentas), nossa eufórica princesa pega no sono.
No dia seguinte, estava empolgadíssima acordou vestiu-se, ficou um bom tempo na frente do espelho, se olhando, se arrumando, entusiasmada, foi tomar o café, e espera o príncipe vim, pois viria para almoçar, mas ele não veio para o almoço, preocupada, resolve não pensar no pior, ele só não veio para o almoço, então, sentou na varanda, e esperou, esperou, esperou, e nada do encantador príncipe, triste pela promessa quebrada, a princesa não se abala, pensa no amanhã, como eu disse ele a emotiva então, pensar nele fazia bem, o lindo dia, passou, e a noite veio com a sua amiga solidão, não entendia o porque de estar sozinha o porque de não ter seu amigos, perto, o que aconteceu com eles? O que ela fez pra manter-los longe? Se questionando ela sentiu mesmo que estava sozinha, e que seus sentimentos a dominam a noite, percebendo que nada era perfeito, começou a sentir falta das pessoas, que a fazia rir, do seu mais novo amor, apesar de ter visto ele somente uma vez, mas já foi o suficiente, enfim ela dorme.
Então um novo dia, mas angustiada por não ter visto, o seu príncipe hoje, esperançosa em velo, levanta e toma o café e senta a esperar, mas ele não vinha, então decidiu ir a procura dele, no momento que sai do portão, ela vê a escuridão, pessoas olhando, com maldade nos olhos, a procura do seu príncipe ela se perdeu, em uma escuridão, e não achava a claridade, o que aconteceu comigo? Ela se perguntava, mas não entendia o que estava vendo, escuro, frio, medo, tristeza, ela se sentia sozinha e perdida, cadê seus amigos, cadê seu mais novo amor, cadê o castelo e sua vida perfeita, cadê você nossa princesa?
Moral:
-Na procura de uma vida perfeita, abrimos mão do que nos faz mais Feliz, então pra que perfeição de o que te faz feliz esta ao seu redor? Mas a perfeição te ilude, faz você pensar que não esta vivendo nela, ser perfeito é rir das coisas mais simples, e não ligar pro que te atinge, se isso não for perfeição, então essa palavra não tem significado nenhum.-Na maioria das vezes nos enganamos com falsos, amores falsos, sentimentos, e não se damos conta do que a gente faz por esse amor, não pensa no que deixa pra traz por causa disso, ela deixou a sua vidinha perfeita, por uma aventura do lado de fora dela, príncipe e princesa só existe em contos de fadas, não queira ser mais um ‘princesinha’ decepcionada com o que não existe.

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