quinta-feira, 11 de março de 2010

Medo!

O medo de olhar para frente faz com que eu feche os olhos, não quero continuar a ver, porque meus olhos choram, e meu coração grita por segurança, e na minha cabeça somente, perguntas, onde estou? O que realmente quero? O que me faz feliz agora? Tenho medo das respostas, acho que foi por isso que eu não cheguei a nenhuma conclusão sobre elas, se estou feliz, eu não sei, mas se tenho motivos pra estar triste, eu realmente não tenho, a sensação de estar sozinha é enorme, mesmo sorrindo, mesmo conversando com todos, então me pergunto, o que esta faltando? O medo da resposta me faz eu querer pensar em outra coisa em segundos, esse meu medo me dominou, e eu estou evitando o próximo passo, sei que serei obrigado a dar, mas os dias me empurram e fazem-me tomar decisões precipitadamente, sempre pensar, sem sentir, sem saber, e isso esta acabando comigo, preciso lembrar de respirar, porque estou esquecendo, espero que novos dias cheguem, espero acordar e ver que estou sonhando, e perder esse terrível medo, e poder abrir os meus olhos, dar os tão temidos passos, e continuar seguindo como se eu nunca tivesse passado por isso, mas o grande escuro me deixa tonta, e faz eu desacreditar no que poderia ser possível, então tampo os ouvidos, e tento não escutar as vozes que dizem: Maiara você esta bem?

quarta-feira, 10 de março de 2010

Só peço, mais rapidez!

Meus olhos choram, mas eu não acho motivos, eu vejo todos os dias nosso afastamento, mas não vejo o porquê de chorar, não quero te perder, mas as coisas parecem indo bem como sempre foram, será vai ser assim, cada dia mais longe, se é pra ser assim, prefiro que as coisas aconteçam rapidamente, por que isso ta me matando, e sinceramente, sou fraca apresar de sempre mostrar que sou forte, você sempre vai me superar, sim eu sou um fracasso em pessoa, mas só peço, seja mais rápido, por favor, por mais difícil que seja admitir, eu to sofrendo, to me desgastando, e não quero continuar com isso, não quero parar de sorrir, apesar de nada me impedir, mas seja ligeiro, acabe com isso, feche a cortina, apesar de eu ter ficado pouco tempo vendo ela aberta, eu suporto, sei que posso, mas aos poucos é ruim, mostre pra mim, a pessoa que sempre foi, pois não te vejo como quem sempre pensou em mim, não vá da maneira em que nunca foi pra mim, espero que as coisas se ajeitem da maneira que eu sempre quis.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Critica!


Só queria entender, porque as pessoas criticam tanto meu jeito egoísta de ser e de ver as coisas, e não olham pra si mesmo, é fácil dizer como as pessoas são, e colocar defeito, me dizer que nunca vou aprender, o difícil é olhar pro próprio umbigo e cuidar de melhorar o pior de si, eu não sou perfeita, tenho milhões de defeitos, se eu não faço nada para mudar isso, eu que tenho que saber, e não a vida alheia, se meu orgulho e minha frieza um dia vai fazer todos se afastarem, quem vai ficar sozinha vai ser eu, não quero saber de avisos, porque não parecem se importar tanto comigo, pra mim parece que torcem para que isso aconteça, para que eu fique só. Posso ser injusta com as pessoas, em que convivo, mas ninguém é justo comigo quando se trata de criticar, se o que você quer é me atingir, me atinja vivendo a sua vida, longe de criticas contra mim, perfeita, nunca vou ser, mas perfeição em uma pessoa pra mim não existe, ninguém é tão certo, nem tão errado, sim eu sou a fria, eu sou a egoísta, só penso em mim, talvez nunca peça 'desculpe' a uma pessoa depois de errar, talvez só perdoe depois e ver esse 'alguém' suplicando por isso, talvez eu não me importe, se a pessoa que eu mais amo me diz adeus, por uma briga minha, talvez um dia todos se afastem de mim, por tudo o que eu sou, acho que nunca vou assumir que to errada, mesmo sendo a mais errada, talvez eu seja a pessoa mais cheia de defeitos, só que o problema é que eu assumo, e não critico os defeitos de ninguém, se você critica, deve ser porque já pensou e resolveu os teus!
E que atire a primeira pedra quem não tem defeitos aqui!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Contos de Fadas!

A história que irei contar é ficção baseada na verdade.

Era uma vez, uma garotinha que teve um sonho, e nele ela era um princesa de um lindo castelo, as coisas iam muito bem no seu sonho, ela era muito feliz, e sua vida era perfeita, quando ela acordou, ela creditou em seu castelo, em sua vida perfeita, que saiu com aquele sonho, na espera de torná-lo real, e parecia ser tão real que ela passou a acreditar e viver em contos de fadas.
Levantou da sua cama na procura do vestido mais belo, vestiu se entusiasmada para ver seu magnífico castelo, andando pelos corredores, vendo o luxo das estatuas, pinturas, quadros, portas, todas as coisas pareciam ter sido desenhadas com a maior perfeição e calma, era tudo muito lindo e perfeito, ela estava completamente encantada pelo o que ela olhava, descendo as escadas, ela se encaminhou até a porta, abriu a grande porta, e viu um lindo jardim, a grama era de um verde – mar, havia arvores, flores, um ambiente florestal e bem cuidado, centralizado no meio do grande gramado havia enorme chafariz, encantada com o seu castelo, saiu, para olhar beleza por fora, ela se sentia completamente feliz, a tarde caiu e a noite dominara uma boa parte do dia, então nossa mais nova princesinha voltou para jantar, vendo a grande mesa, farta de comida, mas se sentiu sozinha, sentiu falta de alguém, de uma companhia, perguntou a uma das suas empregadas, o que acontecera com as pessoas que ela conhecia, sua empregada baixou a cabeça e respondeu que não sabia, mas logo avisou que receberia a vista de um príncipe, então, ela esnobou a resposta da empregada e logo pensou em como seria a sua visita com o tal príncipe, vendo que já era tarde se encaminhou para seu quarto se preparou para dormir e foi.
Quando finalmente o sol raiou, trazendo a claridade à janela do seu quarto, a nossa princesa acordou, ansiada para ver o tão esperado príncipe, ela levantou e se arrumou e foi tomar seu café, em seguida sentou-se na varanda em frente ao castelo, ouviu o barulho do portão, e de longe avistou um belo rapaz, andou ao encontro dele elegantemente, estendeu ao mãe e ele beijou –a como um comprimento, encantada com a beleza, levou um fração de tempo para responder seu comprimento, então caminhando pelo jardim, conversando, ele arisca um beijo, e no primeiro momento ela pensou, ‘ é ele’ a tarde passou em um incrível romance, ele falo que a amava desde o primeiro momento, (na maioria das vezes amor no primeiro momento é raro, mas foi o que ela sentiu, e diz ele que sentia o mesmo), ele parecia tão encantador, dizia coisas lindas, e ela tão meiga, tímida, perfeitinha, não teria como não se apaixonar, estava feliz por encontrar alguém que fizesse companhia, a tarde passou, ele teve que ir, e prometera que voltaria, deu lhe mais um de seus beijos, e saiu.
Nossa princesinha estava apaixonada, não conseguia tira-lo da cabeça, pensava nele em todo o momento, (por um lado o fato estar apaixonada é bom, até porque não se sente sozinha em seus pensamentos), não tinha tempo pra mais nada ao não ser aquele amor que a dominou assim tão depressa, seu mundo não tinha mais nada que emotiva se a fazer algo ao não ser ele, mas quem é ele na verdade, será que esta só brincando comigo, (a gente sempre pensa nisso, quando ta apaixonada, só que no momento que fala, vê ele e dizendo que te ama com o jeito e o olhar mais sincero, você não acha possibilidades para estar brincando), ansiosa para o próximo dia, parecia que as horas não passavam, e ela não conseguia dormir, só imaginando-se com ele (outro fato, a gente sempre imagina como será o amanhã com ele, então aqui esta uma das coisas ruim em estar apaixonada, a agonia de não tira-lo da cabeça, de não poder ficar todo tempo com ele, das horas passarem tão lentas), nossa eufórica princesa pega no sono.
No dia seguinte, estava empolgadíssima acordou vestiu-se, ficou um bom tempo na frente do espelho, se olhando, se arrumando, entusiasmada, foi tomar o café, e espera o príncipe vim, pois viria para almoçar, mas ele não veio para o almoço, preocupada, resolve não pensar no pior, ele só não veio para o almoço, então, sentou na varanda, e esperou, esperou, esperou, e nada do encantador príncipe, triste pela promessa quebrada, a princesa não se abala, pensa no amanhã, como eu disse ele a emotiva então, pensar nele fazia bem, o lindo dia, passou, e a noite veio com a sua amiga solidão, não entendia o porque de estar sozinha o porque de não ter seu amigos, perto, o que aconteceu com eles? O que ela fez pra manter-los longe? Se questionando ela sentiu mesmo que estava sozinha, e que seus sentimentos a dominam a noite, percebendo que nada era perfeito, começou a sentir falta das pessoas, que a fazia rir, do seu mais novo amor, apesar de ter visto ele somente uma vez, mas já foi o suficiente, enfim ela dorme.
Então um novo dia, mas angustiada por não ter visto, o seu príncipe hoje, esperançosa em velo, levanta e toma o café e senta a esperar, mas ele não vinha, então decidiu ir a procura dele, no momento que sai do portão, ela vê a escuridão, pessoas olhando, com maldade nos olhos, a procura do seu príncipe ela se perdeu, em uma escuridão, e não achava a claridade, o que aconteceu comigo? Ela se perguntava, mas não entendia o que estava vendo, escuro, frio, medo, tristeza, ela se sentia sozinha e perdida, cadê seus amigos, cadê seu mais novo amor, cadê o castelo e sua vida perfeita, cadê você nossa princesa?

Moral:
-Na procura de uma vida perfeita, abrimos mão do que nos faz mais Feliz, então pra que perfeição de o que te faz feliz esta ao seu redor? Mas a perfeição te ilude, faz você pensar que não esta vivendo nela, ser perfeito é rir das coisas mais simples, e não ligar pro que te atinge, se isso não for perfeição, então essa palavra não tem significado nenhum.
-Na maioria das vezes nos enganamos com falsos, amores falsos, sentimentos, e não se damos conta do que a gente faz por esse amor, não pensa no que deixa pra traz por causa disso, ela deixou a sua vidinha perfeita, por uma aventura do lado de fora dela, príncipe e princesa só existe em contos de fadas, não queira ser mais um ‘princesinha’ decepcionada com o que não existe.